!! ATENÇÃO !!

Atenção: O conteúdo deste site não é recomendado para pessoas sensíveis, com problemas cardíaco e pessoas que não suportam emoções fortes.
O conteúdo deste site é recomendado para maiores de 18 anos, pois contém cenas fortes de terror, violência e palavreado chulo.
Pessoas nestas condições não devem continuar visualizando o conteúdo.

A Spooky Rose não está sujeita à responsabilidade dos mesmos.

Atenciosamente, Joey Spooky Rose.

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

domingo, 31 de março de 2013

Jeffrey Dahmer

Jeffrey Dahmer

Jeffrey Dahmer está entre os mais problemáticos de todos os serial killers - um homem aparentemente normal que se tornou um assassino psicopata, necrófilo e canibal.
Dahmer nasceu em 21 de maio de 1960, filho de Lionel, um químico, e Joyce, uma dona de casa. Joyce era extremamente nervosa, quanto Lionel trabalhava durante longas horas; o casal discutia muito, mas aparentemente ainda era uma casa de família normal. No entanto, desde muito jovem, Jeffrey desenvolveu um fascínio por animais mortos. Então, aos seis anos de idade, após uma cirurgia de hérnia e o nascimento de seu irmão mais novo, David, ele se tornou introvertido. Ele continuou solitário e não amigável durante sua infância.
Na adolescência, seu fascínio por criaturas mortas se intensificou. Ele pedalava sua bicicleta em busca de animais mortos em atropelamentos, que ele cuidadosamente desmembrava. Durante o ensino médio ele também se tornou um grande beberrão.
Os pais pareciam não notar os problemas de Jeffrey, já que nessa época travavam um ríspido divórcio. Durante o verão de 1978, quando Jeffrey estava prestes a se formar, ambos deixaram a casa e Jeffrey ficou lá sozinho. Sua resposta foi dar carona a um homem, Stephen Hicks, levá-lo para casa, bater em sua cabeça com um haste de sino, asfixiá-lo, desmembrar seu cadáver e enterrá-lo nas imediações.

Alcoólatra

A essa altura, o pai de Jeffrey Lionel, havia retornado à casa com sua segunda esposa, Shari, que alertou o marido a respeito do alcoolismo de Jefrrey. Como resposta, Lionel deu um ultimato ao filho; parar de beber ou se alistar no exército. Jeffrey se recusou a parar de beber, então seu pai fez com que ele se alistasse em janeiro de 1979, aos 18 anos de idade. Dahmer parece ter gostado da vida no exército, mas ele foi rapidamente dispensado por embriaguez habitual. Logo depois, ele se mudou para um apartamento no porao de sua avó e sua vida continuou se movendo em espiral descendente.
Em 1982, Dahmer foi prezo por atentado ao puder, algo que se repetiu em 1986. Seu pai pagou advogados em todas as ocasiões, e, no segundo episódio, Dahmer recebeu sentença supervisória e aconselhamento. Porém, o aconselhamento claramente deu poucos resultados, visto que ele cometeu três assassinatos durante o ano seguinte.

A primeira vítima


A primeira vítima daquele ano foi Steven Tuomi, que ele conheceu em um bar gay. Ele assassinou Tuomi em um hotel e colocou o corpo em uma mala, levou-o para casa, fez sexo com ele e então o desmembrou. Em seguida, Dahmer assassinou um garoto nativo norte-americano de 14 anos chamado James Doxtator, que circulava na cena gay de Milwaukee. Após Doxtator, foi a vez de um jovem mexicano, Richard Guerrero. (A carreira selvagem de Dahmer contradisse, de maneira categórica, a teoria sustentada anteriormente de que os serial killers matam apenas os que pertencem a sua própria etnia.)
A essa altura, a avó de Dahmer estava incomodada com o alcoolismo do neto e os cheiros horríveis vindos de seu apartamento e o despejou. Dahmer se mudou para seu próprio apartamento em Milwaukee, em setembro de 1988.
No dia seguinte, atraiu para lá um garoto laociano de 13 anos, sob a oferta de paga-lo  por uma sessão de modelismo nu. Ele foi drogado e acariciado por Dahmer, que não foi violento. Os pais do garoto o delataram para a polícia, e Dahmer foi sentenciado a um ano de prisão por avuso sexual. Enquano guardava a sentença, porém, ele matou sua próxima vítima, Anthony Sears.
Dahmer ficou preso durante dez anos antes de iniciar sua última farra assassina. Entre junho de 1990 e julho de 1991, ele matou outros 12 homens. Ao final, ele estava cometendo quase um assassinato a cada semana e o tratamento dado às suas vítimas se tornava cada vez mais bizarro. Ele estava obcecado com a ideia de criar zumbis -meio humanos que serviam como seus brinquedos.
Para concluir, ele fazia buracos nos crânios das vítimas quando ainda estavam vivas e derramava ácido sobre suas cabeças. (Não é surpreendente que nenhuma vítima tenha sobrevivido.) Empelo menos um caso ele também tentou cometer canibalismo. Ele mantinha partes dos corpos das vítimas na geladeira e colocava os crânios sobre um altar em seu quarto.
O caso mais perturbador de todos foi o de Konerak, Sinthasomphone, imrão do garoto laociano que ele havia molestado anteriormente. Dahmer drogou Konerak, mas o garoto conseguiu escapar do apartamento. Duas jovens negras chamaram a polícia, mas quando chegaram à cena, Dahmer convenceu os policiais de que Konerak, que estava drogado e sangrando, era seu namorado. Inacreditavelmente, a polícia devolveu o garoto a Dahmer, que prontamente o levou para casa e o assassinou.
Nas semanas seguintes, um Dahmer enlouquecido matou suas últimas quatro vítimas. em 22 de julho de 1991, sua última pretensa vítima, um homem negro adulto, Tracy Edwards, escapou do apartamento de Dahmer, arrastando-se com os pulsos presos por um par de algemas. Edwards conseguiu parar um carro da polícia e então levar os policiais de volta ao apartamento, onde ficaram aterrorizados ao encontrar uma cabeça humana na geladeira.
A farra assassina de Dahmer havia finalmente acabado. Visto que detalhes da história foram divulgados na imprensa, fotos dos crimes horríveis praticados por Dahmer chocaram um país que havia se acostumado aos casos de assassinatos e perversão. Em 22 de agosto de 1991, foi atribuída a Dahmer a autoria de 15 assassinatos. Seu julgamento se iniciou em 30 de janeiro de 1992. Ele se declarou culpado, mas insano.
O júri o considerou são, sentenciando-o por 15 prisões perpétuas consecutivas.

"Na prisão, Dahmer se recusou a ser colocado na solitária. Em 28 de novembro de 1994, um companheiro interno pegou uma barra de ferro e a afundou no crânio de Dahmer, matando-o com seu golpe."

-Joey Spooky Rose
Jeffrey Dahmer








Serial Killers: Amantes Demoníacos


Serial Killers: Amantes Demoníacos

O assassinato em série é, na maioria das vezes, um negócio solitário, uma doença criada nas profundezas de uma alma isolada e ferida. O esteriótipo do serial killer é uma pessoa solitária e insana que age em segredo, portanto, é peculiarmente perturbador encontrar serial killers que atuam em grupo, que agem para encontrar outros com quem dividir sua perversão.  Enquanto há exemplos de grupos de serial killers que são apenas amigos (como Kenneth Bianchi e Angelo Buono, ou Leonard Lake e Charles Ng), o tipo mais comum de grupos de assassinos é o casal de namorados. É chocante contemplar um tipo de amor tão perverso que leva os casais a dividir o assassinato para sua própria gratificação sexual.
Tome como exemplo o caso de Douglas Clark e Carol Bundy. Enquanto podemos imaginar que um homem como Clark poderia se interessar em estuprar e assassinar, é quase difícil de acreditar que ele pudesse levar para casa a cabeça decepada de uma de suas vítimas, e que sua amada, Carol Bundy, pudesse antes maquiar o rosto da mulher morta e então assistir com aprovação a Clark cometendo um ato de necrofilia com a cabeça.
Douglas Clark
Menos bizarro, porém talvez ainda mais chocante, e o caso de Paul Bernardo e Karla Homolka, no qual Homolka decidiu drogar a própria irmã de 15 anos para que Bernardo pudesse estuprá-la; ou o dos assassinos britânicos Ian Brandy e Myra Hindley, no qual Hindley atraía garotas jovens até Brandy, e então participava da tortura antes que Brandy as assassinasse. É essa perversão do amor - e em especial o inverso do que costumamos ver como a influência da mulher na civilização - que torna as histórias aterrorizantes desses amantes demoníacos tão profundamente perturbadoras.

Dedicado Para a minha amada, Leeh Fallen
-Joey Spooky Rose-

Canção dos Mortos


-Canção dos Mortos-

Não olhe para trás.
Não queira! Não queira olhar para trás!
Corra para bem longe, onde haja brilho no sol!
Procure por coisas que sua cabeça suporte!
Não procure a morte! Não procure a morte!
Ignore! Ignore! Não procure a morte!

Eles gritam horrores
Eles alimentam do medo
Vemos você tremendo!
Os pescoços foram cortados
E os rostos banhados em sangue...
A morte como sua amante! Sedenta por sangue!
Não procure a morte! Não procure a morte!
Ignore! Ignore! Não procure a morte!

Se mantenha longe.
A podridão reina ao cheiro do ambiente.
Corra! Corra! Não procure por pistas!
Não sorria! Não sorria!
Perca sua vida!
Sabemos o que você quer...
Sua dúvida se transforma em corpos escaldados
Seu Deus está pregado!
Todos foram decapitados!
Não procure a morte! não procure a morte!
Ignore! Ignore! Não procure a morte!

As crianças brincam e pulam corda.
Os garotos brincam com suas cabeças.
O jantar está na mesa, o jantar está na mesa.
Comam antes que apodreça! Coma antes que apodreça!
Queremos sua cabeça! Queremos sua cabeça!
Antes que anoiteça.
Corra!

Não procure a morte! Não procure a morte!
Ignore! Ignore! Não procure a morte!

-Joey Spooky Rose-

Edmund Kemper


Serial Killer: Edmund Kemper

Um serial killer real chamado Ed Kemper:

Ed Kemper.
Edmund Kemper, o “assassino misto”, foi uma criança perturbada que cresceu muito alta, muito esperta e muito perigosa. Ele recebeu este apelido por matar seis mulheres jovens para quem deu carona. Deve haver mais vítimas, mas Kemper cuidadosamente evitou deixar qualquer pista. Porém, ele finalmente perdeu seu senso de precaução sua fúria assassina se voltou contra a própria mãe. Dessa vez havia apenas um suspeito óbvio.

Edmund ainda quando criança, enterrou seu gato vivo, quando morto o desenterrou, desmembrou e o decapitou. A cabeça de seu gato ele espetou e deixou em seu quarto como troféu.
Depois de sua mãe não o aguentar, deixou-o morando com seu pai, o mesmo não aguentou e o deixou morando com seus avós paternos, em uma fazenda.
Certamente seria bom para Kemper poder atirar em pássaros, até que ele atirou em sua avó e depois em seu avô.
Quando foi pego pela polícia, Kemper disse: “Eu só queria saber como era atirar no vovô e na vovó.”.

Uma frase dele sobre sua professora: “Uma parte de mim diz ama-la, a outra quer a cabeça como troféu.
Uma de suas frases foi dita para sua irmã, ela brincou com ele dizendo “Porque não a beija?”, pois sabia que Kemper amava sua professora, a frase dita para a irmã foi a resposta para a sua pergunta: Porque para isso eu teria de mata-la antes.


-J.P. Rose

A Sala Secreta

A Sala Secreta

O lugar era escuro e fedia a corpos podres. Pingos e pingos de água ecoavam por aquele corredor estreito e cinza. Havia pouca luz…
De longe, bem lá longe, uma porta com uma luz branca não muito forte…
O chão estava molhado e havia poças de água, as janelas estavam sujas e algumas quebradas. Os cacos estavam sobre o chão e se eu não me cuidasse, acabaria me cortando…
As portas das celas estavam sujas, algumas com sangue, algumas abertas e dentro do quarto com estofados sobre as paredes, siringas ao chão.

-Vamos Pohl, eu estou com medo… -Dizia minha amiga.
-Só mais um pouco… Até aquela porta…

E nada mais se ouvia…
Tentei ligar meu celular para ver se conseguia mais luz, mas estava sem bateria. Nenhum risco se encontrava no desenho cujo era um símbolo da bateria.

Um “tréc” foi ouvido e Clarice tomou um susto…
Maldito vidro ao chão que fui pisar.
O silencio tomava conta.
Clarice agora havia sumido e eu desesperado voltei o caminho que havia feito…
Em um dos quartos vi Clarice deitada de barriga para baixo. Pensei que havia voltado por medo e por fim desmaiado, mas percebi suas gosmas e entranhas ao chão quando virei-a!
Clarice estava morta!

Eu corri! Corri o máximo que pude!
Mas me deparei com uma pequena criança de cabelos negros lisos…
Uma veste branca manchada com sangue e uma sujeira preta, parecia graxa…
Nunca me senti tão assustado, até que pude ver minha morte me abraçar…

Nunca entre lá…
Nunca entre lá.

-J.P. Rose-

Postagens

Arquivos do blog